domingo, maio 29, 2011

Dispensando as "aspas"

Presentear. Com uma flor, com um sorriso, um demorado abraço.
Receber. O mesmo em troca, mas com certeza, acrescido de amor, e mais e mais amor.


(Camila Souza)


Dispensando as "aspas"

Parei de eternizar os relacionamentos e “endeusar” as pessoas. Aqueles sempre findam, e estas sempre falham mais que o tolerável.


(Camila Souza)



Dispensando as "aspas"

De tudo o que passa, amo o que fica.


(Camila Souza)





Dispensando as "aspas"

Ôh casualidade mais gostosa do meu dia; não precisava ser tão bom...


(Camila Souza)




sábado, maio 21, 2011

Dispensando as "aspas"


De todas as falhas da minha memória, só tenho a reclamar do seu atraso em falhar. 


(Camila Souza)



Dispensando as "aspas"

O ideal seria que as músicas que marcam, marcassem porque são lindas, pelo ritmo que é bom; não pelas pessoas das quais para nós elas falam.


(Camila Souza)



sexta-feira, maio 20, 2011

Dispensando as "aspas"

E volta e meia eu lembro, do amor que tenho para viver contigo.
Até breve.


(Camila Souza)



Dispensando as "aspas"

E não tiraria uma vírgula, de todos dos pontos finais que coloquei.


(Camila Souza)





Para O amigo...

Do que sinto quando estou contigo, não reclamo nem se for doloroso. É que a única coisa que em mim você faz doer, são as minhas bochechas.
De tanto rir.


(Camila Souza)



sábado, maio 14, 2011




Prometo não lembrar todas as manhãs que, esteve presente em meus sonhos; também, não notar a ausência neles. Prometo simplesmente deixar que passe, e não mais abraçar quando surgir em minha lembrança; nem tentar lembrar quando perder na troca de tapas com a saudade. E quando que, se retire do meu campo de visão não for uma escolha minha, e que eu me retire não seja o que minhas pernas trêmulas ordenarem, prometo não passar os olhos nos olhos que sei que estarão fixos nos meus na busca de um resquício de amor; nem no sorriso que ao tempo que seduz, trás sentimento de culpa pela beleza infantil que tem; nem nas pontas dos dedos longos que buscava com as pontas dos meus dedos ao colar a palma da minha mão, na palma; nem na pele linda, e mais quando molhada de suor; nem nos braços cortados por veias excitadas, tão viris, másculos. Também não ouvirei a voz que tecia comentários pelas manhãs sobre o meu hálito bom, muito menos sentir ao vento o hálito agridoce que me tocava antes de cada beijo. E se um toque acidental ocorrer, prometo estar preparada para suportar a descarga elétrica que me arrepia, acelera batimentos cardíacos, racionais, e não transparecer tamanho abalo. Prometo que lacunas serão preenchidas por um amor enorme, e próprio; e que se outro amor vier a penetrá-las novamente, será mistura, nada mais de uma única unidade. Nada mais de um ser parte, apenas estar no outro; porque voltei para mim e alimento uma possessividade grosseira, e vital. Prometo. Prometo-me.
Faço promessas que serão promessas até que, todas sejam cumpridas não para não mais violar-me, infringir-me, desacatar-me, mas porque foram desintegradas em minha boa memória, juntamente com tudo que as fundamentaram.


(Camila Souza)



Sobre todas nós

Não espere que eu ande na linha sempre, nem na minha, nem na sua. Eu vou mudar, eu vou me contradizer, mil vezes que seja, antes de voltar ao que fui a princípio.
Posso ser única, mas não sou uma só, e todas nós aqui dentro de mim temos espaço para transbordar.


(Camila Souza)


Um pedacinho de Céu


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sexta-feira, maio 13, 2011

domingo, maio 08, 2011

quinta-feira, maio 05, 2011

Amarga, não.

Não é que eu sou amarga, mal amada talvez, mas não carrego nada como consequência disso, só garanto que amarga, não. Eu me envolvo até a ponta do cabelo, gosto, apaixono, amo até, mas também tenho dificuldade em me prender (ou vantagem ao me relacionar, depende do seu modo de ver a situação). O fato é que mesmo quando amo, continuo enxergando as coisas como elas realmente são.

Penso da seguinte forma: o cara é legal, pode até ser o tipo ideal para se construir uma família quando isso fizer parte de meus planos, me faz muito bem, é lindo, e ainda que não, é fofo, inteligente, educado, fala bem, tem tudo a ver comigo, e nossa, que pegada... Estou apaixonada, amando. Mas ele ainda é um cara.

Um cara como os tantos outros com que eu já me envolvi, me apaixonei, amei e senti no final das contas, a mesma coisa que sinto agora (entenda que isso é uma hipótese, não estou sentindo nada). É um cara que está me proporcionando tudo isso porque no mínimo existe reciprocidade, porque deve estar sendo ótimo para ele também, mas que se em algum momento eu mudar, ainda que eu não mude, mas ele venha a enjoar, enojar e afins do que está rolando, ou conheça outra pessoa que passe a proporcionar a ele algo melhor, mais intenso, mais quente (vai saber!) e resolva me dar um pé na bunda, sutilmente ou não, ponto para ele.

Todo mundo tem esse direito. A partir do momento que eu me sinto melhor com outra pessoa, em outro emprego ou com outro perfume, eu tenho todo o direito de abraça aquilo para a minha vid. Eu estarei sendo mais feliz, e sendo realista, isso não é direito, é dever. Eu abraçar a minha, você abraçar a sua felicidade (que pode ser um simples momento vivenciado), é dever.

Eu, euzinha aqui, não abriria mão da minha pelo outro. Isso não é egoísmo, eu simplesmente não me condeno pelo que não condenaria o outro, eu me perdôo pelo que perdoaria o outro. Exatamente por isso, tenho praticado tão bem o desapego.

Até entendo porque já vivi isso, mas hoje acho débil ficar sofrendo por alguém. Eu vivi 22, 28, 33, 50 anos da minha vida sem ele, e porque agora ele vai o ser ar que eu respiro?

O meu ar pode até se resumir a alguém, mas a alguém que abriria mão da sua felicidade por mim, alguém por quem eu abriria mão da minha duas vezes antes de pensar. As pessoas que se encaixam nesse perfil, são a minha família, e uns poucos amigos irmãos que posso contar nos dedos de uma mão. Ah! E depois deles, também tenho outras prioridades.
Eu sou nova nisso, mas adoro a "filosofia" que eu enxerguei e abracei para a minha vida e espero que você me entenda, logo mais, em alguns anos ou ao passar por algumas experiências. Pense comigo, seriam menos depressivos, suicidas, agressores, menos relacionamentos sustentados por pena... A não ser que você goste de toda essa palhaçada, aí, paciência.


(Camila Souza)



terça-feira, maio 03, 2011

sms, Quarta-feira, 27/04 às 12:00 hrs

Diz assim:

"Nossos corpos não conseguem ter paz em uma distância, nossos olhos são dengosos demais e não se consolam, planam fugazes"... Estava [CENSURADO] e dizer-te-ei o mesmo pleonasmo vicioso de outrora, "eu só sei que eu quero você pertinho de mim, eu, quero você..."

E digo: Arrancou-me mil suspiros, lindo. Saudade!





Dispensando as "aspas"

Me atualizando sobre mim. Nossa, são tantas novidades!


(Camila Souza)





Dispensando as "aspas"

Aprenda a deixar as pessoas, já que sofre tanto por elas sempre te deixarem.


(Camila Souza)